[Imagem do Dia] Teatro Olimpico em Vicenza na Itália
O projeto é do famoso arquiteto Andrea Palladio, que presenteou toda a cidade de Vicenza com primorosas obras. No entanto, o teatro se concretizou após a sua a morte. nas mãos do seu filho Silla Palladio e do arquiteto Vicenzo Scamozzi no século XVI.
Construído sobre as ruínas de um castelo, ao entrar você passa por um jardim com diversas esculturas. Ao ultrapassar a porta da construção, você já se impressiona com um belíssimo salão, com paredes e tetos decorados com painéis ricamente pintados. Mas isso é só o começo.
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Depois de passar por diversos painéis modernos que traçam o histórico do teatro e ilustram com figuras da mitologia greco-romana, chega-se à atração principal: o palco.
É emocionante entrar num auditório com mais 5 séculos de história. Muitas das tribunas ainda são originais. Portanto atente para os cartazes e pise apenas nos pequenos degraus. Ao fundo, vê-se uma balaustrada com figuras romanas e um teto, que simula um céu com nuvens passageiras.
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Ao ver o palco, fiquei extasiada. Uma verdadeira aula de pintura em perspectiva que se delinea atrás de um majestoso portal. Essa foi a obra que marcou a inauguração do teatro e fica em exposição permanente. Obraprima de Scamozzi que representa as ruas das cidade Tebas. Interessante ver as pessoas sentadas nos degarus das tribunas, olhando extasiadas para um palco “vazio”. Fiquei imaginando quando seria quando houvesse realmente uma apresentação.
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Para chegar no Teatro Olimpico é fácil. Ele se localiza na Piazza Matteoti, pertinho do órgão de Turismo. Não tem erro.
[Holandês no dia-a-dia] Op rozen zitten. As rosas falam!

O google tem sido um grande aliado na minha tentativa de desenvolver a todo custo dedos verdes. Pesquisando sobre como podar rosas, acabei descobrindo mais uma expressão popular em holandês, que aliás temos uma similar em português
Op rozen zitten
Literalmente, a expressão significa: Sentado em rosas. O real significado é ter sorte, estar bem, sem dificuldades, numa situação favorável. Como dizemos em Português, estar num mar de rosas.
Ainda não estou num mar de rosas com relação aos meus conhecimentos de jardinagem, mas o holandês vai-se aprendendo a cada dia.
Imagem: rolandmol.nl
[Imagem do Dia] A Torre do Dom. Turismo pra quem tem fôlego.
Ponto de referência, central ou de encontro, o Dom, como é chamada a imponente torre de 112,5 metros de altura localizada no centro de Utrecht, é sem dúvida a mais conhecida e principal atração turística da cidade. Ela faz parte da Domkerk, catedral de Utrecht, cujo início da construção é datado de 1245. Já dá pra imaginar o tanto de história que carrega este monumento e a própria cidade de Utrecht, que tem suas raízes ainda no período Romano (47 D.C).
Utrecht
Mas, a mais fascinante história é sobre a separação da Torre da Catedral. Existem duas versões:no século XVII, ou um tornado ou um furacão separou as duas partes da construção e a torre permaneceu de pé e a nave preservada. Qualquer que tenha o sido o motivo, é muito bom saber que hoje você pode visitar os dois monumentos. Andando pela praça (Domplein), além de apreciar os belos prédios em volta, dá pra ter a exata noção do tamanho do estrago. Veja nas figuras abaixo como aconteceu:
Antes do tornado
Depois do tornado
A Torre do Dom está aberta a visitantes de muita disposição e fôlego. Quem tiver energia para subir os mais de quatrocentos degraus, vai receber como prêmio uma vista linda da cidade. O tour tem duração de uma hora e no caminho torre acima, existem algumas paradas para além de recuperar o fôlego, o guia fornecer mais informações – em inglês e holandês – sobre a catedral, os relógios e tudo mais. Uma dessas paradas é no salão dos sinos e lá está o maior sino da Holanda, que pesa mais de 8 toneladas. Os sinos badalam a cada 15 minutos e nos sábados existem concertos especiais.
Dom- Sala dos Sinos
O caminho é longo e pode ser frio. Posso dizer por experiência própria. Visitei a torre numa fria tarde de inverno quando uma gripe insistia em chegar e sofri bastante. Por isso, leve um agasalho. Ah, também não esqueça a sua câmera fotográfica. Essa dica é óbvia, mas sempre útil. Uma garrafinha de água também pode ser de grande utilidade.

Utrecht lá embaixo
O preço da aventura fica em torno de 7 euros para adultos e cerca de 4 para crianças até 12 anos. Você pode se informar de tudo na loja do VVV (centro de informações turísticas). Se você escolher um dia claro e de céu limpo, terá uma visibilidade com um alcance de até 30 km. Para você ter uma idéia, você pode ver até o estádio do Ajax (Amsterdam Arena). Ah, e casamentos também podem ser realizados na torre. Mas para tudo isso, tem que ser respeitado o período de abertura: de segunda a sábado de 10 às 16:00h. Nos domingos de 12 às 16:00h. No verão, nas sextas, sábados e domingos, a torre fica aberta até às 19:00h.
Endereço: Domplein 9, Utrecht
Telefone: (+31) (0)30 233 30 36
Direções: Não tem como errar. Olhe pra cima e caminhe em direção à torre.
Email: rondom@ubt.nl
Site: http://www.domkerk.nl/
Ilustrações: domkerk.nl
[Imagem do dia] Velejando no coração da Holanda
Um terço do território holandês fica abaixo do nível do mar. Logo, enquanto você estiver na Holanda, provavelmente a água estará sempre ao seu lado. Seja nos canais nas cidades, nos rios, no mar e também em lagos. E se tem água por todo lado, tudo indica que temos barcos e lindas paisagens por perto.
No ano passado conheci um lado da Holanda que me fez ver a paisagem holandesa por um outro ângulo: a bordo de um barco a vela. Passei um dia na região dos lagos holandeses e enchi os olhos com o bucólico cenário de vaquinhas malhadas, moinhos e campos verdes e planos.
Situada ao norte da região conhecida como Het Groene Hart (O coração verde), a área inclui os lagos de Westeinds, Kaag, Graassem e Nieuwkoop, e ainda as cidades de Leiden e e Alpjen aan de Rijn. Além de uma grande variedade de esportes náuticos, a região ainda oferece muita natureza, história, ótimas rotas de bicicleta e caminhadas, pescaria e muitas outras formas de lazer.
Se você é daqueles que gosta de explorar o que os locais fazem, fugindo de rotas tradicionalmente turísticas, essa pode ser uma boa região para explorar. Este é um dos lugares para onde holandeses e alguns turistas de países vizinhos vão nos raros dias ensolarados que acontecem por aqui. Partindo de Amsterdã, depois de pegar um trem e um ônibus, a aventura começará na vila de Warmond. De lá, você pode escolher entre um passeio de barco, bicicleta ou, por exemplo uma caminhada. Não importa o meio de transporte, tenha certeza de que você entrará numa autêntica cena holandesa, tão presente em muitas pinturas dos mestres, que provavelmente você verá nos museus em Amsterdã.
É possível alugar barcos a vela, bicicletas, e também explorar a região a pé. As vilas são interconectadas com balsas e barcos para pedrestes, ciclistas e, às vezes, até carros. Passeios de barco podem ser contratados, por um preço médio de 10 euros e a duração de até 3 horas. E quanto a fome apertar, você pode optar em comer às margens dos lagos, em algum restaurante ou a bordo de algum barco. Existem diversos cafés e restaurantes com atraentes terraços, perfeitos para um jantar no final de um dia de verão.
Vai passar mais tempo na Holanda ? Esta pode ser uma boa opção para relaxar e conhecer um outro lado desse país minúsuculo, mas cheio de contrastes.
Serviço:
Como chegar em Warmond:
Da Estação Central em Amsterdã, pegue o Sneltrein, no sentido Den Haag (Haia) até a estação de trem Noordzijdelijk, na cidade de Leiden. De lá, pegue o ônibus número 50, sentido Haarlem. Mas atenção, conexões de ônibus e trens estão sujeitas à alterações. Sempre confira as rotas e horários nos balcões de informação.
Órgão oficial de Turismo de Warmond (Informe-se sobre aluguel de bicicletas, viagens de barcos, esportes naúticos e tudo mais o que for necessário)
VVV Warmond
Dorpsstraat 4A
2361 BB
Warmond
0900-22233
Mais informações: http://www.kagerplassen.info/ (site em holandês)
[Imagem do Dia] Gouda. Muito além do queijo
O que lhe vem à cabeça quando pensa na palavra Gouda? Sim, eu sei, queijo. Este post vem para provar que esta palavra – pronunciada como algo próximo de “rauda” em holandês- significa muito mais do que isso.
Gouda é um pequena e adorável cidade situada na província de Zuid Holland, mas a sua história é inversamente proporcional ao seu tamanho. No século XV, Gouda era uma das cinco maiores cidades do país e de tamanho comparável a Amsterdã. No século XVI, nasce o ilustre humanista e teólogo Desiderius Erasmus, que em Gouda seguiu seus estudos. A cidade viveu o seu apogeu no século XVI e XVII e hoje é conhecida pela produção de velas, cachimbos, além de, é claro, queijo.
Você não vai precisar de muito tempo para conhecer Gouda. As principais atrações estão a uma distância de 10 minutos de uma agradável caminhada. O tour, como em toda pequena cidade ou vila holandesa que se preza, começa no Markt, ou praça principal e esta é uma das maiores da Holanda. Ao dar os seus primeiros passos, não dá pra não percerber o majestoso prédio da prefeitura. Uma cinzenta construção gótica, datada de 1608, toda em arenito que reflete os tempos aúreos da cidade e de sua importância da época. Contrastando com o cinza, estão as incontáveis janelas em vermelho.
De hora em hora você ouve os carrilhões da prefeitura e pode assistir o show dos bonecos. Incansável e pontualmente, eles representam o momento em que os direitos da cidade foram devolvidos por Floris V. Lembram dele? O Conde do post passado que construiu o Muiderslot e lá morreu assassinado.
Também situada na praça está a De Waag, a casa onde os queijos costumavam ser pesados. O prédio é de 1668 e lá, além de loja de souvenirs, fica o museu que conta a história do comércio do queijo (Kaaswaag) na Holanda e em especial em Gouda. Os preços da entrada ficam em torno de 2,50 euros para adultos e 1 euros e está aberto de 1 às 5 da tarde, de terça a domingo nos meses de abril a outubro.
Aqui você tem duas opções: sentar e tomar um café nos vários cafés do Markt ou segui para o lado sul da praça. Eu optei por um café antes de seguir com o tour. Parei no Café Restaurant De Zalm, tomei um bom capuccino e lá ouvi a interesante história do prédio, que também é um hotel. O dono do estabelecimento – que é conhecido como o mais antigo hotel ou albergue da Holanda (1551) – queria construir mais andares em 1670. As autoridades locais no entanto, determinaram que o prédio teria que ficar 1,70 m mais baixo do que a De Waag. Assim ele o fez, mas o seu protesto continua até hoje na parede lateral do hotel em um holandês antigo. ”Niet te Hooch. Niet te Laech. “( Nem tão alto. Nem tão baixo”).
Destino obrigatório é a igreja Sint Janskerk (2 euros de entrada para adultos e 1 para crianças). A imponente Igreja é uma espetacular construção gótica, que foi queimada regularmente de 100 em 100 anos de 1361 até meados do século XVI, quando finalmente deixaram intactos o que hoje você encontra hoje. Grandes atrativos são seus vitrais; principalmente os de número 6, que retrata João Batista, e o número 22, que representa Jesus no templo. A autoria é de Dirck Crabeth e seus irmãos Wouter e Lambert van Noort, famosos por este tipo de trabalho no século XVI.
Aproveite para caminhar ao redor, pelas ruas pequenas com pontes e canais como a Lange Tiendeweg e Zeusgstraat. Você ainda pode visitar o Museu Het Catharina Gasthuis, que fica logo atrás da Igreja. Cobre a história de Gouda e tem várias obras de arte, mas não pude comprovar com os meus olhos. Ah, não deixe de passar na ‘t Kaaswinkeltje ( Tiendeweg,número 30) loja especializada em queijos e onde dá para provar delícias do mundo latícinio.
[Holandês no dia-a-dia] Aan de haak geslagen- Aprendendo holandês com Amy Winehouse
Acho curioso ver como línguas tão diferentes teem expressões populares tão parecidas. Lendo o nu.nl, site de notícias aqui da Holanda, vejo a seguinte frase:
Amy Winehouse heeft een nieuwe vriend aan de haak geslagen.
Não entendi a expressão: “aan de haak geslagen” e fui procurar o significado. Sabia que havia algo sobre um namorado (niewe vriend) e quando li mais uma vez, vi a palavra “haak” que significa anzol. Então nem precisei de dicionário pra chegar a conclusão de que Amy, famosa pelas aprontações, tinha “fisgado” um novo namorado.
Investigando um pouco mais, descobri que a expressão pode ser usada para qualquer tipo de relação: namoro, casamento, pegação, ficante e qualquer outra forma de amar ou ficar. A expressão vem da ação de pescar, fisgar e “ann de haak” significar “no anzol”. Ou seja, as conhecidas frases: fisgar um marido ou namorado, pegar ou ficar com alguém na festa dentre outra tem uma similar em holandês.
[Imagem do dia] Muiderslot. Um dos castelos mais visitados na Holanda.
O Muiderslot é um dos castelos mais visitados da Holanda. Não só pela proximidade de Amsterdã, mas também pela importância histórica. Moradia de nobres e intelectuais, o lugar já foi palco de intrigas, assassinatos, festas e também uma prisão. O seu nome origina da sua localização: a entrada (boca) do rio Vecht. A charmosa vila que fica ao lado do castelo chama-se Muiden e muid significa boca em antigo alemão. Slot é uma palavra em holandês que, além de kasteel, também significa castelo. Mas o slot tem uma lago ao seu redor para proteção.
Entrada do Castelo
Floris V, um polêmico nobre e uma das mais importantes figuras na história da Holanda, foi quem iniciou a construção em 1280. Seu interesse era controlar o tráfego de barcos da entrada do Rio Vecht, lucrar com isso e ao mesmo tempo, infernizar a vida do Bispo de Utrecht.
Era amado pelos pobres e nutria uma perigosa simpatia pelos franceses. Já dá pra ver que o Conde era chegado a uma confusão. Não deu outra: foi preso em seu próprio castelo e morreu assassinado numa tentativa de fuga. Após sua morte, o castelo foi destruído e reconstruído em 1370 pelo Duque Albrecht. Uma curiosidade arquitetônica são as torres em forma arredondada; uma novidade que o Conde trouxe da França.
Outro morador ilustre foi o escritor, poeta e nobre PC Hooft. Durante a visita, você pode conhecer o seu lugar de trabalho e o salão onde aconteciam várias festas e reuniões do Muidemkring (Círculo de Muiden), grupo de escritores, poetas, cientistas e intelectuais da época.
Sala de PC Hooft
O castelo foi restaurado e fielmente redecorado à época em que PC Hooft lá viveu (1609 – 1647). As visitas são sempre acompanhadas de um cuidadoso guia que a todo momento alerta para que não toquemos nos móveis. Os guias falam em holandês, mas também podem improvisar no inglês. Visitas exclusivamente em inglês devem ser agendadas com antecedência.
Enquanto esperei pelo início do tour, que acontece de meia em meia hora, me distraí com a apresentação de falcões, corujas e outras aves. Não é nada de especial, mas a atividade – mais indicada para o público infantil – cumpriu bem o papel de matar o tempo.
Show com Falcões, Corujas e outras aves
O lugar também reserva outras atividades para crianças e a rota de uma das torres é especialmente dedicada aos pimpolhos. Alguns videogames estão estrategicamente posicionados e os pequenos podem vestir roupas da época e se aventurarem no mundo medieval.
Depois da visita ao castelo, você pode fazer um tour de barco à ilha de Pampus, uma das 42 fortalezas que no século XIX foram construídas para defender Amsterdã. Ainda não foi dessa vez que fui lá, mas prometo que quando for, vou contar tudinho.
Assista aqui um vídeo sobre a história do Muiderslot.
Serviço:
Ingresso: € 11,00, adulto e € 6,25 ( preços válidos para o ano de 2010)
Grátis para quem tem Museumkaart.
Horário:
De 1o abril a 31 de outubro: 2a a 6a : 10.00 às 17.00h (caixa aberto até às 16.00h)
Sábado, Domingo e feriados: 12.00 até18.00h (caixa aberto até 17:00h)
Nos outros meses, apenas nos finais de semana.
[Imagem do Dia]- ‘T Smalle. Dica de “Bruin café” em Amsterdam
Só passei lá para tomar um rápido café no meio de uma tarde fria de outono, mas foi o suficiente para me apaixonar. A companhia era ótima, o café gostoso e o ambiente irresistívelmente charmoso. Estou falando do Café ‘T Smalle, um bar/restaurante que apesar de ser aberto apenas em 1978, tem um pezinho lá no século XVIII. É que em 1786, Pieter Hoppe neste mesmo endereço guardava os seus estoques e promovia degustações da sua famosa bebida jenever. Não posso garantir, mas o nome me lembra Genebra, que nunca provei, mas já vi no Brasil. Atualmente a marca Hoppe é sinônimo de jenever e de outro destilados na Holanda.
Situado num dos bairros mais charmosos de Amsterdam, o Café além de ter impressionar pelo seu interior todo em madeira, passa uma atmosfera aconchegante. É o tipo do lugar que inspira a longos bate-papos regados a uma biertje – cerveja no diminutivo em holandês – ou a um simpático e despretensioso rosé no verão. E se você chegar lá no verão e tiver sorte, ainda pode encontrar uma lugar no terraço à beira do canal.
No cardápio não vi nada de excepcional; apenas o que normalmente vemos em cafés holandeses: sanduíches, saladas, diversas frituras, sopas, tortas e poffertjes – espécie de mini panqueca - para acompanhar o chá ou café e um café da manhã com direito a croissants. Mas o que pude ver com o meu olho comprido nas outras mesas, me parecia bem saboroso.
Conheci o ‘T Smalle ao fazer um tour pelo bairro do Jordaan e facilmente você pode combinar um passeio pelo área com uma visita ao café. Você pode por exemplo, ir à casa de Anne Frank ou apenas andar pelos lindos canais da área como o Lindengracht, o Rozengracht, o Palmgracht e o encantador Bloemgracht (canal de flores), Uma dica: agende uma visita com o Mee in Mokum e conheça todos os segredos da área, inclusive o ‘T Smalle, por apenas 4 euros por pessoa. Você é guiado por um local, geralmente simpáticos aposentados e no meu caso, tive um tour para apenas duas pessoas. Reserve com antecedência e avise, se quiser o tour em inglês.
Serviço:
Café ‘t Smalle
Endereço: Egelantiersgracht 12
Telefone:31 20 344 4560
Horário:Diariamente de 10:00 a 1:00h e Sexta e Sábado até às 2:00h
[Holandês no dia-a-dia] Bevrijdingsdag – Dia da Libertação
Bevrijdingsdag (de) – Substantivo
Significado: Dia da Libertação
Contexto: bevrijding = libertação
(1) bevrijding uit de gevangenis= libertação da prisão
(2) een gevoel van bevrijding = um sentimento de alívio
5 de maio, Dia da Libertação. Essa data é feriado nacional e comemorada na Holanda desde 1945. Este dia marca o fim da ocupação nazista. Hoje em dia, na véspera, são lembradas as vítimas de todas as guerras e não somente as vítimas da 2a Guerra Mundial. Na Praça Dam em Amsterdã acontece uma cerimônia com a presença da família Real, políticos e veteranos de guerra, quando coroas de flores são deixadas no Monumento Nacional (Memorial dos Mortos), construído para essa finalidade e inaugurado em 1956.
Todos os anos, em 4 de maio, às 20:00h, os holandeses fazem 2 minutos de silêncio para relembrar as vítimas das guerras. O que nos leva a uma outra palavra, dodenherdenking, que significa lembrança, recordação dos mortos.
O assunto é levado muito a sério e vê-se bandeiras a meiopau em quase todas as ruas. Até mesmo trens e ônubus param em respeito à tradição. Para se ter uma ideia do impacto e da presença da guerra no país, existem mais de 3.400 monumentos holandeses relacionados com a guerra, dentro e fora do país. O assunto faz parte da história e se reflete na cultura e em vários aspectos da sociedade.
Mas o que acontece no dia 5 de maio? Esse é um dia de festa, mas também um dia de conscientização da importância da liberdade. Em vários lugares, em todo o país acontecem festivais de música, debates e exibição de filmes. Em Amsterdã sempre acontece um grande evento com vários shows, conhecido como o concerto de 5 de maio,
2010 é um ano especial, quando são comemorados 65 anos de liberdade.
Confira a programação do show de 5 de maio em Amsterdã.
Veja os festivais que acontecem nas mais variadas províncias.
Imagem: destentor.nl
[Imagem do dia] Giardino Giusti. Belo refúgio no centro de Verona
Uma das belas surpresas de Verona foi o Giardino Giusti ou o Jardim de Giusti. Um oásis de natureza, arte e história na cidade de Romeu e Julieta. Depois de andar e andar pelas praças e ruas repletas de monumentos, museus, casarões e igrejas, mergulhar no verde do Giardino Giusti faz um belo contraste entre a borbulhante cidade e o silêncio revigorante.
Este é um clássico jardim criado no século XV. A entrada com um caminho ladeado de ciprestes já dá uma atmosfera imponente ao local. Seguindo a estrada, olhando para o alto, verá uma máscara. Olhando com mais atenção verá que se trata de uma balaustrada. Um mirante de onde se tem uma bela vista da Verona ou o Belvedere. Para chegar lá, basta seguir pelo jardim e subir a minitorre, que dentro tem uma escada em espiral. Um detalhe curioso é que essa máscara (mascherone) foi criada para lançar línguas de fogo da sua boca. Pena que quando cheguei lá, o acesso à balaustrada estava fechado, em restauração
Hoje, o jardim tem a mesma estrutura de 1570, deixada por Agostino Giusti, Cavaleiro da Républica Veneziana que servia ao Duque da Toscana. Imaginem que este espaço foi criado para ser o “quintal” do Palácio Giusti e foi visitado pelas mais ilustres figuras da história, incluindo Goethe e Mozart.
Fontes, estátuas mitológicas e um dos mais antigos labirintos da Europa fazem deste um recanto perfeito para uma pausa durante a visita à cidade.
Como chegar lá:Andando pelo centro, seguindo pela via Anfiteatro, atrás da Arena, passando pela Ponte Nuovo e siga pela via Ca rducci. É uma boa caminhada, mas andar nas cidades antigas, sempre é um prazer. Se preferir ir de ônibus, pegue o no 72 – “polllicino” e salte na Carducci.
Horário de abertura: Todos os dias de 01/04 a 30/09, de 9:00h até 20:ooh.
Preço: 6 euros























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