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	<title>Bailandesa.nl &#187; Comportamento</title>
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	<description>Vida na Holanda,  Agenda cultural  e Viagens</description>
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		<title>Jantando fora na Holanda. O que esperar?</title>
		<link>http://www.bailandesa.nl/blog/4182/jantando-fora-na-holanda-o-que-esperar-do-atendimento/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 13:46:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bailandesa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Diferenças culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[A relação dos holandeses com a comida]]></category>
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		<category><![CDATA[cafés holandeses]]></category>
		<category><![CDATA[Como é o atendimento na Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[diferencas culturais entre Brasil e Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Jantando fora na Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[O que é comida para os holandeses]]></category>
		<category><![CDATA[O que esperar dos restaurantes na Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[preço de um jantar na Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade no atendimento na Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[quanto custa comer fora na Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes na Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[serviço em restaurantes na holanda]]></category>

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		<description><![CDATA[A Holanda é o país mais caro para se comer fora na Europa Ocidental. Agora a realidade é que um bom atendimento nos Países Baixos à s vezes é tão difícil de encontrar como uma casa com mais de dois banheiros.  Mas o que você pode esperar do atendimento por aqui ?

A não ser que você esteja disposto a pagar muito, de uma maneira geral, espere:

Demora pra ser atendido
Chamar um garçom e ele dizer que não faz pedidos, mas também não chamar o/a colega que o faz
Ser ignorado, mesmo depois ...


Related posts:<ol><li><a href='http://www.bailandesa.nl/blog/335/ai-meu-estomago/' rel='bookmark' title='Uma degustação do atendimento holandês'>Uma degustação do atendimento holandês</a></li>
<li><a href='http://www.bailandesa.nl/blog/27/bar-cerveja-e-demora/' rel='bookmark' title='Amizades e Atendimento. Diferenças entre Brasil e Holanda'>Amizades e Atendimento. Diferenças entre Brasil e Holanda</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Holanda é o país mais caro para se comer fora na Europa Ocidental. Agora a realidade é que um bom atendimento nos Países Baixos à s vezes é tão difícil de encontrar como uma casa com mais de dois banheiros.  Mas o que você pode esperar do atendimento por aqui ?</p>
<p><a href="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/hetsmalle-e1318771827832.jpg" rel="lightbox[4182]"><img class="size-full wp-image-2152 alignright" title="Het Smalle - café amsterdam, Holanda" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/hetsmalle-e1318771827832.jpg" alt="Het Smalle - café amsterdam, Holanda" width="131" height="175" /></a></p>
<blockquote><p>A não ser que você esteja disposto a pagar muito, de uma maneira geral, espere:</p>
<ul>
<li>Demora pra ser atendido</li>
<li>Chamar um garçom e ele dizer que não faz pedidos, mas também não chamar o/a colega que o faz</li>
<li>Ser ignorado, mesmo depois de acenar, dançar  e sapatear encima da mesa ou ameaçar fazer strip-tease</li>
<li>Demora pra chegar a conta ou o pedido</li>
<li>E claro, caras fechadas</li>
</ul>
</blockquote>
<h2>E quanto custa comer fora na Holanda?</h2>
<p>Segundo o FoodService Institut Nederland (FSIN)  Um jantar com e pratos custa em média 33 euros. Na França, o mesmo tipo de jantar custaria 24 euros. Nos Estados Unidos  e GRã-Bretanha, sairia ainda mais barato: em torno de 20 euros.  (Fonte NRC next)</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Mas qual seria a razão de tanta falta de hospitalidade na Holanda?</h2>
<p>Um <a title="NRC next - Gastvrijheid " href="http://www.nrcnext.nl/blog/2011/10/12/zegt-de-ober-tegen-de-gast-ik-ben-je-sloofje-niet/" target="_blank">artigo num jormal </a>sobre o assunto que me fez voltar no tempo. Relendo os textos do Bailandesa.nl entre outros, vejo que, pelo caminho  de expatriada, fui encontrando respostas ou possível explicações. Clicando no links, você viajará comigo nessa trajetória,</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A relação com a comida</h2>
<p><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;">Mal cheguei na Holanda e escrevi essa <a title="Coluna Clarissa Mattos - Razão à mesa" href=" Um artigo num jormal sobre a hospitalidade na Holanda, me fez voltar no tempo." target="_blank">coluna no Brasileiros na Holanda</a> falando sobre como brasileiros e holandeses se relacionam de forma diferente com a comida. De como a comida aqui é/era tratada apenas como alimento. Aqueles pães com queijos amassados num saco plástico como almoço povoaram meus pesadelos.</span></p>
<p>Acredito que para servir bem é preciso ter uma relação de amor e paixão pelo prazer de comer. Além de encarar o momento da refeição como um evento de troca de carinho, amizade e amor.</p>
<p><a href="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/bacalhau1-e1280176537114.jpg" rel="lightbox[4182]"><img class="alignnone size-full wp-image-2389" title="bacalhau" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/bacalhau1-e1280176537114.jpg" alt="Bacalhau" width="400" height="266" /></a></p>
<p>No decorrer dos anos, vemos como o interesse em gastronomia tem crescido. Também por aqui, programas de TV, filmes, livros de culinária se tornam cada vez mais populares. Vejo e sinto que há mais espaço e preocupação com o bem comer. Mas se isso se repercutirá no atendimento nos restaurantes e na preocupação em fazer o cliente de sentir confortável e bem-vindo, só o tempo dirá.</p>
<h2>Dividindo (ou não) a comida</h2>
<p>Hospitalidade requer generosidade e despreendimento. É o puro e simples prazer em servir bem. Seriam essas características fáceis de encontrar na sociedade holandesa? Pensando nisso, lembrei como estranhei a <a title="Divisão da comida na Holanda" href="http://www.bailandesa.nl/blog/comida-e-bebes/44/" target="_blank">atitude dos holandeses em relação à divisão da comida</a>. Ao chegar na casa de alguém na hora da refeição de forma inesperada, geralmente, o máximo que a pessoa conseguirá será um café ou chá. Quando a assunto é comer, o individualismo ganha de goleada. Quer testar? Vá ao um restaurante de tapas aqui na Holanda. O que você vê é que geralmente os holandeses pedem individualmente os seus pratos, enquanto nós brasileiros sempre dividimos petiscos.</p>
<p><a href="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/cookies.jpg" rel="lightbox[4182]"><img title="Cookies, biscoitos" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/cookies-e1318772338560.jpg" alt="Cookies, biscoitos" width="400" height="266" /></a></p>
<p>Também tem a clássica história da latinha de cookies que passa pela roda dos visitantes e depois é devidamente fechada e levada de volta à cozinha. Generosidade muitas vezes é confundida ou está relacionada com abundância e esse não é um traço da cultura holandesa, sempre preocupada com despedício e exageros.</p>
<p>Não é preciso falar que cada povo tem sua história e nada acontece por acaso. A experiência da guerra e as influências do Calvinismo  têm a sua participação. Os parágrafos acima não são julgamento e sim uma constatação.</p>
<h2>Eficiência mais importante que simpatia</h2>
<p>Um restaurante é um negócio e dever gerar lucro, mas muitas vezes esse é o único  foco dos proprietários. O sorriso e a satisfação do cliente muitas vezes não são encaradas como uma recompensa &#8211;  ou até mesmo como investimento.</p>
<p><a href="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/kafebelgie.png" rel="lightbox[4182]"><img title="kafebelgie" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/kafebelgie.png" alt="Kafe Belgie" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A eficiência dos processos ganha prioridade em relação à mão-de-obra. A atenção se volta aos móveis, ambiente, iluminação, mas não ao cliente. Ser eficiente é mais importante do que surpreender e encantar.  Eles criam sistemas,  automatizam o pedido, dividem o pessoal entre quem faz e entrega o pedido e tudo o que vemos é um atendimento impessoal, insípido e algumas vezes grosseiro. São disiplicentes estudantes que não se interessam pelo trabalho, erram e não se encaixam no papel de servir. Um mês depois da minha chegada já falava da <a title="Amizades e Atendimento. Diferenças culturais" href="http://www.bailandesa.nl/blog/bar-cerveja-e-demora/27/" target="_blank">saudade dos garçons brasileiros</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Será que o papel de servir serve ao holandês?</h2>
<p>Aqui subordinados falam em pé de igualdade com seus chefes. É um país onde pessoas <a title="Pedido de desculpas na Holanda" href="http://www.bailandesa.nl/blog/hard-to-say-im-sorry/1374/" target="_blank">não pedem desculpas facilmente</a> e autoridade não é uma das palavras mais populares. Acho ótimo viver numa sociedade onde busca-se a igualdade nas relações pessoais e de trabalho, mas também vejo muitas vezes exageros e arrogância. Sinto como se  exercer uma profissão onde a  atividade principal é servir ao outro, às vezes  seja encarado com uma forma de inferiodade.</p>
<p>Já compartilhei aqui  outras experiências em cafés e restaurantes holandeses, confiram essa <a title="Desgustação do atendimento holandês" href="http://www.bailandesa.nl/blog/ai-meu-estomago/335/" target="_blank">minha ida a um restaurante</a> aqui em Utrecht.</p>
<blockquote><p>É sempre bom lembrar que existem exceções e ao falar de forma generalizada, sempre comentemos alguma injustiça. Mas e você já foi mal ou bem atendido aqui na Holanda? Como foi a sua experiência?</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira outros artigos de restarantes e cafés na Holanda:</p>
<ul>
<li><a title="In het Aepjen - Café Amsterdam, Holanda" href="http://www.bailandesa.nl/blog/aepjen/3404/">In ‘t Aepjen. Café histórico no centro de Amsterdam</a></li>
<li><a title="Het Smalle - café Amsterdam" href="http://www.bailandesa.nl/blog/imagem-do-dia-t-smalle-dica-de-bruin-cafe-em-amsterdam/2151/" target="_blank">T Smalle. Dica de “Bruin café” em Amsterdam</a></li>
<li><a title="De reiger, café amsterdam" href="http://www.bailandesa.nl/blog/holanda-de-reiger-um-tradicional-cafe-em-amsterdam/2906/" target="_blank">De Reiger. Sim, mais um café em Amsterdam</a></li>
<li><a title="Moeders - restaurante em Amsterdam" href="http://www.bailandesa.nl/blog/moeders/2708/" target="_blank">Moeders. Comidinha de mãe no coração de Amsterdam</a></li>
<li><a href="http://www.bailandesa.nl/blog/pothuys/2698/" target="_blank">‘T Oude Pothuys. O porão musical de Utrecht</a></li>
<li><a title="Kafé Belgie - Utrecht - Holanda" href="http://www.bailandesa.nl/blog/kafe-belgie/2595/" target="_blank">Kafé Belgie. Mais de 200 motivos pra visitar Utrecht</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.bailandesa.nl/blog/335/ai-meu-estomago/' rel='bookmark' title='Uma degustação do atendimento holandês'>Uma degustação do atendimento holandês</a></li>
<li><a href='http://www.bailandesa.nl/blog/27/bar-cerveja-e-demora/' rel='bookmark' title='Amizades e Atendimento. Diferenças entre Brasil e Holanda'>Amizades e Atendimento. Diferenças entre Brasil e Holanda</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A etiqueta holandesa ao telefone</title>
		<link>http://www.bailandesa.nl/blog/312/pelo-telefone/</link>
		<comments>http://www.bailandesa.nl/blog/312/pelo-telefone/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 10:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bailandesa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Diferenças culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Holandês no dia-a-dia]]></category>
		<category><![CDATA[Como atender o telefone na Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Como falar ao telefone na Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Etiqueta ao telefone na Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Falando ao telefone na Holanda]]></category>

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		<description><![CDATA[
- Alô!
- Alô
- Quem está falando?
- Ligou pra quem?
Essa conversa certamente não aconteceu na Holanda. Uma coisa que foi muito difícil  de me acostumar foi dizer meu nome ao atender o telefone ou me apresentar ao fazer uma ligação. Na Holanda, ao atender o telefone, 99% das vezes, as pessoas falam o nome. E não fazer isso, é considerado uma falta de educação
Seria mais ou menos assim:
O telefone toca. Trim, trim:
- Met Hans (com Hans, numa tradução literal)
Ou, ligando para alguém:
- Hallo, met Hans ( Alô, com Hans)&#8230;.
Agora, mais formal
- ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/090929_telefoon.jpg" rel="lightbox[312]"><img class="alignright size-full wp-image-3874" style="margin: 5px;" title="Telefone na Holanda" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/090929_telefoon-e1308822899939.jpg" alt="Telefone na Holanda" width="200" height="133" /></a></p>
<blockquote><p>- Alô!</p>
<p>- Alô</p>
<p>- Quem está falando?</p>
<p>- Ligou pra quem?</p></blockquote>
<p>Essa conversa certamente não aconteceu na Holanda. Uma coisa que foi muito difícil  de me acostumar foi dizer meu nome ao atender o telefone ou me apresentar ao fazer uma ligação. Na Holanda, ao atender o telefone, 99% das vezes, as pessoas falam o nome. E não fazer isso, é considerado uma falta de educação</p>
<p>Seria mais ou menos assim:<br />
O telefone toca. Trim, trim:</p>
<blockquote><p>- Met Hans (com Hans, numa tradução literal)</p>
<p>Ou, ligando para alguém:</p>
<p>- Hallo, met Hans ( Alô, com Hans)&#8230;.</p>
<p>Agora, mais formal</p>
<p>- Hallo, spreekt u met Hans.. (Alô, o senhor/senhora fala com Hans)</p></blockquote>
<p>Algumas vezes, as pessoas falam até da cidade de onde estão falando. Claro que, além de uma diferença cultural, no Brasil existe a questão da segurança. Ninguém que se identificar de cara ao falar com um estranho.</p>
<p>Tive que fazer uma ginástica pra pegar o jeitinho holandês de falar no telefone. Pra você ver o que é vida de imigrante. Até falar ao telefone, às vezes, você tem que reaprender.  E você? Como atende o telefone?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Frustações em duas rodas</title>
		<link>http://www.bailandesa.nl/blog/1461/frustacoes/</link>
		<comments>http://www.bailandesa.nl/blog/1461/frustacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 19:13:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bailandesa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[dia-a-dia]]></category>
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		<description><![CDATA[O post escolhido do ano de 2009 não poderia ser outro. Nessa semana em que posto um artigo por dia, um de cada ano, não poderia deixar de fora da comemoração o post mais lido e comentado do site em todos esses 5 anos.
&#160;
Já são 3 anos de praia (ou de chuva) aqui na Holanda e olhando pra trás, devo dizer que as minhas habilidades ciclistíscas melhoraram sensivelmente. Já não tremo quem nem vara verde quando um carro desponta a 500 metros de distância, já não fico estressada esperando o ...


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<li><a href='http://www.bailandesa.nl/blog/997/casamento/' rel='bookmark' title='Casando na Holanda'>Casando na Holanda</a></li>
<li><a href='http://www.bailandesa.nl/blog/1053/nao-vou-me-adaptar/' rel='bookmark' title='Não vou me adaptar!'>Não vou me adaptar!</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O post escolhido do ano de 2009 não poderia ser outro. Nessa semana em que posto um artigo por dia, um de cada ano, não poderia deixar de fora da comemoração o post mais lido e comentado do site em todos esses 5 anos.</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p>Já são 3 anos de praia (ou de chuva) aqui na Holanda e olhando pra trás, devo dizer que as minhas habilidades ciclistíscas melhoraram sensivelmente. Já não tremo quem nem vara verde quando um carro desponta a 500 metros de distância, já não fico estressada esperando o sinal abrir e ser quase atropelada pelos ciclistas apressadinhos perdi o medo do tim-tim histérico da campainha das bicicletas nativas. Enfim, a cada dia me sinto mais confortável na magrela e pago cada vez menos micos sobre duas rodas.</p>
<p>No entanto, existem diferenças entre se virar como ciclista e ser holandês. Os cabeças-de-queijo já nascem com a bicicleta entre as pernas e acho que aprendem a pedalar antes de andar. Para se ter uma noção são 18 milhões de bicicletas; uma média de 1,1 bicicleta por habitante. A produção em 2008, a maior da Europa, foi de quase 600.000 undades. Assim, já viram que dá pra se integrar, mas não dá pra competir, né?</p>
<p>Para desabafar as minhas frustrações ciclísticas, resolvo mostrar o que ainda não sei e talvez nunca aprenda a fazer numa fiets ( bicicleta em holandês)</p>
<p><strong>Sem usar as mãos</strong></p>
<p>Para os holandeses, usar as mãos enquanto pedalam é um ato supérfluo. Por isso, enquanto pedalam para o trabalho, eles:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-1463 aligncenter" title="Fiets_krant" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/Fiets_krant-300x199.jpg" alt="Fiets_krant" width="300" height="199" /></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-1464 aligncenter" title="fiets_iphone" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/fiets_iphone-300x199.jpg" alt="fiets_iphone" width="300" height="199" /></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">E se tiver alguma ameaça de chuva, não tem problema. Eles sacam o guarda-chuva com a maior elegância e continuam as suas atividades matinais.</p>
<p><span id="more-1461"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/IMG_0434-s.jpg" rel="lightbox[1461]"><img class="aligncenter size-full wp-image-3845" title="Bicicleta Holanda" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/IMG_0434-s-e1308165826582.jpg" alt="Bicicleta Holanda" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Transporte de carga</strong></p>
<p style="text-align: left;">A bicicleta também é um meio para transportar qualquer coisa: compras, colchões, malas, animais domésticos e tudo o que a sua imaginação permitir. Uma das coisas que não consigo de jeito nenhum, é pedalar carregando algo atrás da bicicleta usando uma das mãos como suporte. Se tiver que parar no sinal, empaco de vez e não tem quem me faça reiniciar a pedalada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-1466 aligncenter" title="fiets_suitcase" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/fiets_suitcase-300x199.jpg" alt="Bicicleta - mala" width="300" height="199" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong>O meu pé esquerdo</strong></p>
<p style="text-align: left;">Outra coisa que não consigo nem com reza braba é começar a bicicleta com o pé esquerdo. É, até pra pedalar tem que ser com pé direito. Essa dificuldade me impossibilita de parar no sinal, me apoiar com o pé esquerdo na calçada e recomeçar. Também não consigo segurar no pilar, onde fica o botão do sinal de trânsito e seguir o meu caminho, quando a luzinha verde acende.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-1467 aligncenter" title="fiets-leftfoot" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/fiets-leftfoot-300x199.jpg" alt="fiets-leftfoot" width="300" height="199" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Gulosos</strong></p>
<p style="text-align: left;">Pensam que acabou? Nada. A minha incapacidade ciclística parece não ter fim. Não contentes em pedalar bem com uma bicicleta, os holandeses `as vezes desfilam com duas!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-1468 aligncenter" title="2fietsen" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/2fietsen-300x199.jpg" alt="2fietsen" width="300" height="199" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong>A cruzadinha elegante</strong></p>
<p style="text-align: left;">E por último, a minha frustração maior. Eles tem um jeitinho todo elegante de montar na bicicleta: colocam o pé esquerdo no pedal do lado esquerdo e cruzam a perna por cima da bicicleta. Os homens passam a perna direita por trás e as elegantes damas passam a perna direita pela frente da bicicleta. Olha, já tentei de todo jeito, mas, quando o assunto é pedalar, acho a minha elegância se afogou no Oceano Atlântico durante a travessia.</p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1469 aligncenter" title="fiets_start" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/fiets_start.jpg" alt="O pé esquerdo no pedal do lado esquerdo" width="160" height="240" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1470 aligncenter" title="fiets_start2" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/fiets_start2.jpg" alt="A cruzadinha elegante" width="160" height="240" /></p>
<p>Pois é,  os desafios da vida de imigrante são intermináveis e a gente tem que manter literalmente o equilíbrio e não perder o rebolado, mesmo que seja em duas rodas.</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.bailandesa.nl/blog/1374/hard-to-say-im-sorry/' rel='bookmark' title='Comportamento na Holanda. O pedido de desculpas.'>Comportamento na Holanda. O pedido de desculpas.</a></li>
<li><a href='http://www.bailandesa.nl/blog/997/casamento/' rel='bookmark' title='Casando na Holanda'>Casando na Holanda</a></li>
<li><a href='http://www.bailandesa.nl/blog/1053/nao-vou-me-adaptar/' rel='bookmark' title='Não vou me adaptar!'>Não vou me adaptar!</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Falando inglês na Holanda</title>
		<link>http://www.bailandesa.nl/blog/322/spreekt-u-engels/</link>
		<comments>http://www.bailandesa.nl/blog/322/spreekt-u-engels/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 19:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bailandesa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Falando inglês na Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Holandeses falam inglês?]]></category>
		<category><![CDATA[Usando o inglês na Holanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um artigo que celebra os 5 anos da Bailandesa na Holanda. Quando cheguei aqui também achava que todo mundo falava inglês perfeito. O mito caiu por terra após algumas experiências. Confira esse texto de 2008, que faz parte da seleção da semana .
Todo mundo fala inglês na Holanda. Isso era o que eu ouvia, pensava e jurava de pé junto quando morava no Brasil. Olha que ainda ouço muita gente repetir essa frase. Se é assim, acho que ganhei o primeiro prêmio na loteria de encontrar holandeses que não ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mais um artigo que celebra os 5 anos da Bailandesa na Holanda. Quando cheguei aqui também achava que todo mundo falava inglês perfeito. O mito caiu por terra após algumas experiências. Confira esse texto de 2008, que faz parte da seleção da semana .</em></p>
<p><a href="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/inv_trans_book.jpg" rel="lightbox[322]"><img class="size-full wp-image-323 alignleft" style="margin: 5px;" title="Dutch to English" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/inv_trans_book.jpg" alt="Dutch to English" width="150" height="170" /></a>Todo mundo fala inglês na Holanda. Isso era o que eu ouvia, pensava e jurava de pé junto quando morava no Brasil. Olha que ainda ouço muita gente repetir essa frase. Se é assim, acho que ganhei o primeiro prêmio na loteria de encontrar holandeses que não falam inglês. Se fosse gincana, já tinha cumprido a tarefa em tempo recorde.</p>
<p>Já encontrei médicos que lutavam ferozmente com a língua da Rainha Elizabeth e ultimamente tenho encontrado diversas pessoas em pequenas empresas que também não dominam o idioma do Tio Sam. Hoje, em mais um contato imediato do grau negativo em inglês, pergunto à senhora ao telefone -depois de me apresentar devidamente,claro:</p>
<p>- Spreekt u engels?</p>
<p>-  Een beetje. (um pouco) &#8211; reponde ela.</p>
<p>Respiro aliviada e então, ela continua a conversa num holandês de dar inveja ao próprio Maurício de Nassau. Só restou à Bailandesa aqui contar com os parcos e porcos conhecimentos do idioma e cumprir mais uma missão quase impossível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Dunglish. O inglês holandês</h3>
<p>A relação entre os holandeses com a língua inglesa também pode gerar coisas interessantes como livro &#8220;<strong><a title="I always get my sin" href="http://www.nl.bol.com/is-bin/INTERSHOP.enfinity/eCS/Store/nl/-/EUR/BOL_DisplayProductInformation-Start?BOL_OWNER_ID=1001004002618081&amp;Section=BOOK" target="_blank">I Always Get My Sin</a></strong>&#8220;&#8221;, tradução literal de &#8220;I always get my way&#8221;. No livro de Marteens H Rijkens (disponível e holandês), você encontra frases hilárias do chamado Dunglish ( Dutch + English). Alguns erros comuns são:</p>
<p><a href="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/Always-get-my-sin.jpg" rel="lightbox[322]"><img class="alignright size-full wp-image-3828" style="margin: 5px;" title="Always get my sin - Inglês na Holanda" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/Always-get-my-sin-e1308076682739.jpg" alt="Always get my sin - Inglês na Holanda" width="196" height="300" /></a></p>
<ul>
<li>&#8220;Put your mobiles out.&#8221;, que deveria ser &#8220;Turn off your mobile phones ( desliguem os seus celulares)&#8221; e que em holandês e&#8217;: Zet je mobieltjes uit</li>
</ul>
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<li>&#8220;I hate you all very welcome&#8221; que deveria ser &#8220;I welcome you all&#8221; (sejam bem-vindos) e em holandês é:  &#8220;Ik heet u allen zeer welkom&#8221;</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>&#8220;What is there on the hand?&#8221; que deveria ser &#8220;What&#8217;s going on?&#8221; (O que está acontecendo?)  e em holandês é: Wat is er aan de hand?&#8221;</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>&#8220;I fok horses&#8221;, que deveria ser &#8220;I breed horses&#8221; ( eu crio cavalos) e me holandês é &#8220;Ik fok paarden&#8221;.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Toda essa confusão e dificuldade só rearfimam a minha teimosia e insistência em aprender holandês e em algum dia, talvez ainda nessa encarnação, falar com a fluidez do Rio Maas e escrever com a perfeição, maciez e clareza das estradas batavas. Falei e repito: sou bailandesa e não desisto nunca.</p>
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		<title>Coisas que gosto na Holanda</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 11:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bailandesa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Diferenças culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Coisas que gosto na Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[diferenças culturais Brasil e Holanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Nessa semana,  para comemorar os 5 anos de Holanda, resolvi selecionar um artigo por ano e republicá-los de segunda (13/06) à sexta (17/06). Hoje, o escolhido foi um texto de 2006 que fala bem do momento de adaptação dos primeiros meses. Os olhos fresquinhos de turista. 

Toda vez que falo das diferenças culturais em relação ao Brasil sempre falo das esquisitices dos holandeses ou  kaaskoppen (cabeças-de-queijo). Fica parecendo que mal cheguei e já estou entrando na fase dois. Explicando: li num artigo da Elisângela Kanacilo a seguinte descrição dos períodos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Nessa semana,  para comemorar os 5 anos de Holanda, resolvi selecionar um artigo por ano e republicá-los de segunda (13/06) à sexta (17/06). Hoje, o escolhido foi um texto de 2006 que fala bem do momento de adaptação dos primeiros meses. Os olhos fresquinhos de turista. </em></p></blockquote>
<p><a href="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/kopnondutch.jpg" rel="lightbox[48]"><img class="aligncenter size-full wp-image-3792" title="Non dutch" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/kopnondutch-e1307964355826.jpg" alt="Non dutch" width="300" height="110" /></a></p>
<p>Toda vez que falo das diferenças culturais em relação ao Brasil sempre falo das esquisitices dos holandeses ou  <em>kaaskoppen</em> (cabeças-de-queijo). Fica parecendo que mal cheguei e já estou entrando na fase dois. Explicando: li num artigo da <a href="http://www.brasileirosnaholanda.com/elis/anteriores.htm" target="_new">Elisângela Kanacilo</a> a seguinte descrição dos períodos de adaptação:</p>
<p><strong>Fase 1 :</strong> alegria total, fase turística, em que tudo é lindo e perfeito na nova &#8220;casa&#8221;<br />
<strong>Fase 2 :</strong> ódio total, nada presta no novo país. Tudo na nossa velha &#8220;casa&#8221; é melhor e certo.<br />
<strong>Fase 3</strong> : falando a língua e entendendo as regras, tudo volta a fazer algum sentido.<br />
<strong>Fase 4 :</strong> a integração verdadeira, se é que ela realmente existe. (As fases- light)</p>
<p>Acho que talvez estou entrando na fase 1 e meio. Já existem alguns sinais da segunda fase, mas enquanto ela não se instala de vez, deixa eu falar logo das coisas que gosto:</p>
<h3><strong>1) Carinho com a casa</strong></h3>
<p>É incrível como as aqui as pessoas se preocupam e cuidam do lar doce lar. Ao entrar numa casa holandesa &#8211; pelo menos, nas que até hoje entrei &#8211; você se depara com um cenário montado com muito carinho e capricho. Se você conseguir enxergar através da selva, quase amazônica, em função da quantidade de plantas na sala de estar, vai conseguir ver os enfeites na janela ou no jardim de inverno, as fotos da família e os objetos que dão o toque pessoal na casa. Sem falar no jardim, né? O orgulho de todo holandês. A qualquer sinal de sol, mesmo dos fraquinhos, eles aproveitam pra cuidar do jardim. Só estive aqui no inverno por 3 semanas, mas imagino que quando se passa tanto tempo dentro de casa, com um tempo medonho é importante ter uma casa aconchegante ou gezellig, como eles dizem (leia-se algo próximo de rezelarrrr)</p>
<p><a href="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/Giethoorn__IMG_0331.jpg" rel="lightbox[48]"><img class="aligncenter size-full wp-image-3794" title="Giethoorn - Holanda" src="http://bailandesa.nl/blog/wp-content/uploads/Giethoorn__IMG_0331-e1307964617911.jpg" alt="giethoorn- Holanda" width="400" height="266" /></a></p>
<h3><strong>2) Cartões</strong></h3>
<p>Como quase todo mundo que está lendo esse blog, sou uma usuária frenética do e-mail. Uso esta ferramenta para dar parabéns, fazer convites, pedir desculpas ou qualquer coisa que queira comunicar. Mas a sensação de abrir um email não se compara ao de abrir uma carta ou cartão real. Aqui na Holanda, o hábito de usar o correio normal ainda existe. A tradição de mandar cartõers de aniversário, convites e cartões anunciando nascimentos se mantém. Acho muito legal.</p>
<h3><strong>3) O Respeito à privacidade</strong></h3>
<p><strong> </strong>Uma das coisas que mais me irritam no Brasil é como as pessoas te olham. Sabe aquele olhar de raio X dentro do seu carro no sinal de trânsito. Ou pior: quando a galera do busão lança o olhar de raio X panorâmico! Sem falar em janelas, apartamentos e etc. Aqui a minha primeira sensação é de que as pessoas tem mais respeito à privacidade. Não lançam olhares investigativos lá da rua para dentro da casa, para dentro do seu carro ou para você na rua. Pode ser que seja uma coisa enrustida, menos escancarada do que no Brasil, mas me sinto menos invadida aqui. Quem sabe não é uma das vantagens da chamada &#8220;frieza nórdica&#8221;.</p>
<h3><strong>4) Tranquilidade em relação ao corpo</strong></h3>
<p><strong> </strong>Já que estávamos falando em relação a maneira das pessoas olharem para você, lembrei de uma outra coisa que me incomoda muito no Brasil. A nossa paranóia em relação ao corpo. Aliás, da qual faço parte! Também conto calorias e arranco os cabelos quando a balança inventa de fazer maldades comigo. Aqui eu não vejo esse desespero em busca do Santo Graal da Magreza. A minha primeira impressão é de que as pessoas aceitam mais o próprio corpo e a inevitável lei da gravidade que nos abate com o passar do tempo. Acho que o clima e a quantidade de roupas que se usa também influem nisso, né? Andar toda coberta bem que ajuda! Perto do próximo verão, quero só ver se a mulherada aqui não faz regime pra entrar no biquini!</p>
<p>&nbsp;</p>
<address>Imagem: non ducth - guidje.nl</address>
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