Archive for the 'turismo' Category

[Turismo] Dica de restaurantes em Londres, Valencia e Lisboa

Três cidades europeias e três restaurantes que valem a visita.

Fiz algumas viagens nos úlitmos meses que me renderam bons momentos gastronômicos. Provar da comida local é um dos maiores prazeres em viajar. Através da culinária de cada lugar podemos aprender muito sobre a cultura de um povo, seus costumes, sabores, aromas e história. Para mim, restaurantes, feiras, mercados são programas obrigatóriosl das minhas viagens.

Confira minhas recentes descobertas

Casa do Alentejo em Lisboa

O restaurante fica no centro de Lisboa, num surpreendente Palácio Mourisco. A comida é típica, regional, mas devo dizer que o local é mais surpreendente do que a cozinha. Ao passar pela porta, parece uma viagem no espaço e tempo. Todos os detalhes em estilo mouro, os azulejos pintados à mão são um deleite para os olhos.

Casa do AlentejoClique para ampliar

A comida é boa, mas não espetacular. Full Story »

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[Imagem do Dia] Teatro Olimpico em Vicenza na Itália

Se você tiver de escolher somente um lugar para visitar no centro de  Vicenza, corra para o Teatro Olimpico. Sendo o mais antigo teatro coberto da Europa, ele dispensa qualquer apresentação. Por si só já é uma atração.

O projeto é do famoso arquiteto Andrea Palladio, que presenteou toda a cidade de Vicenza com primorosas obras. No entanto, o teatro se concretizou após a sua a morte. nas mãos do seu filho Silla Palladio e do arquiteto Vicenzo Scamozzi no século XVI.

Construído sobre as ruínas de um castelo, ao entrar você passa por um jardim com diversas esculturas. Ao ultrapassar a porta da construção, você já se impressiona com um belíssimo salão, com paredes e tetos decorados com  painéis ricamente pintados. Mas isso é só o começo.

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Depois de passar por diversos painéis modernos que traçam o histórico do teatro e ilustram com figuras da mitologia greco-romana, chega-se à atração principal: o palco.

É emocionante entrar num auditório com mais 5 séculos de história. Muitas das tribunas ainda são originais. Portanto atente para os cartazes e pise apenas nos pequenos degraus.  Ao fundo, vê-se uma balaustrada com figuras romanas e um teto, que simula um céu com nuvens passageiras.

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Ao ver o palco, fiquei extasiada. Uma verdadeira aula de pintura em perspectiva que se delinea atrás de um majestoso portal. Essa foi a obra que marcou a inauguração do teatro e fica em exposição permanente. Obraprima de Scamozzi que representa as ruas das cidade Tebas. Interessante ver as pessoas sentadas nos degarus das tribunas, olhando extasiadas para um palco “vazio”.  Fiquei imaginando quando seria quando houvesse realmente uma apresentação.

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Para chegar no Teatro Olimpico é fácil. Ele se localiza na Piazza Matteoti, pertinho do órgão de Turismo. Não tem erro.

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[Turismo] Programas gratuitos em Amsterdã

Imagine a situação: final de viagem, você acaba de chegar em Amsterdã e claro, com um orçamento curtíssimo. Você pensa que não vai poder aproveitar nada da cidade, não é? Engano seu! Mesmo com um bolso mais apertado do que metrô em hora de rush, ainda assim, dá pra aproveitar a capital holandesa. Continue lendo e comprove.

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[Imagem do Dia] A Torre do Dom. Turismo pra quem tem fôlego.

Ponto de referência, central ou de encontro, o Dom, como é chamada a imponente torre de 112,5 metros de altura localizada no centro de Utrecht, é sem dúvida a mais conhecida e principal atração turística da cidade. Ela faz parte da Domkerk, catedral de Utrecht, cujo início da construção é datado de 1245. Já dá pra imaginar o tanto de história que carrega este monumento e a própria cidade de Utrecht, que tem suas raízes ainda no período Romano (47 D.C).

Utrecht

Mas, a mais fascinante história é sobre a separação da Torre da Catedral. Existem duas versões:no século XVII, ou um tornado ou um furacão separou as duas partes da construção e a torre permaneceu de pé e a nave preservada. Qualquer que tenha o sido o motivo,  é muito bom saber que hoje você pode visitar os dois monumentos. Andando pela praça (Domplein), além de apreciar os belos prédios em volta, dá pra ter a exata noção do tamanho do estrago. Veja nas figuras abaixo como aconteceu:

Antes do tornado

Depois do tornado

A Torre do Dom está aberta a visitantes de muita disposição e fôlego. Quem tiver energia para subir os mais de quatrocentos degraus, vai receber como prêmio uma vista linda da cidade. O tour tem duração de uma hora e no caminho torre acima, existem algumas paradas para além de recuperar o fôlego,  o guia fornecer mais informações – em inglês e holandês – sobre a catedral, os relógios e tudo mais. Uma dessas paradas é no salão dos sinos e lá está o maior sino da Holanda, que pesa mais de 8 toneladas.  Os sinos badalam a cada 15 minutos e nos sábados existem concertos especiais.

Dom- Sala dos Sinos

O caminho é longo e pode ser frio. Posso dizer por experiência própria. Visitei a torre numa fria tarde de inverno quando uma gripe insistia em chegar e sofri bastante. Por isso, leve um agasalho. Ah, também não esqueça a sua câmera fotográfica. Essa dica é óbvia, mas sempre útil. Uma garrafinha de água também pode ser de grande utilidade.

Utrecht lá embaixo

O preço da aventura fica em torno de 7 euros para adultos e  cerca de 4 para crianças até 12 anos. Você pode se informar de tudo na loja do VVV (centro de informações turísticas). Se você escolher um dia claro e de céu limpo, terá uma visibilidade com um alcance de até 30 km. Para você ter uma idéia, você pode ver até o estádio do Ajax (Amsterdam Arena).  Ah, e casamentos também podem ser realizados na torre. Mas para tudo isso, tem que ser respeitado o período de abertura: de segunda a sábado de 10 às 16:00h. Nos domingos de 12 às 16:00h. No verão, nas sextas, sábados e domingos, a torre fica aberta até às 19:00h.

Endereço: Domplein 9, Utrecht

Telefone: (+31) (0)30 233 30 36

Direções: Não tem como errar. Olhe pra cima e caminhe em direção à torre.

Email: rondom@ubt.nl

Site: http://www.domkerk.nl/
Ilustrações: domkerk.nl

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[Turismo] Tudo sobre Giethoorn, a “Veneza” holandesa

Canais, pontes, passeios de barco e de bicicleta, caminhadas, paisagens bucólicas e casas que mais parecem de boneca. Deixando o delírio de lado, vemos que Giethoorn não parece com Veneza nem de longe. Mas nem por isso deixa de ser uma boa opção para um passeio num raro dia de sol na Holanda.


Para comemorar os meus quatro anos de Holanda, resolvi visitar um lugar ainda desconhecido:  a romântica vila Giethoorn, concorrido destino turístico para os locais na alta estação holandesa.

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[Imagem do dia] Velejando no coração da Holanda

Um terço do território holandês fica abaixo do nível do mar. Logo, enquanto você estiver na Holanda, provavelmente a água estará sempre ao seu lado. Seja nos canais nas cidades, nos rios, no mar e também em lagos. E se tem água por todo lado, tudo indica que temos barcos e lindas paisagens por perto.

No ano passado conheci um lado da Holanda que me fez ver a  paisagem holandesa por um outro ângulo: a bordo de um barco a vela. Passei um dia na região dos lagos holandeses e enchi os olhos com o bucólico cenário de vaquinhas malhadas, moinhos e campos verdes e planos. 

Situada ao norte da região conhecida como Het Groene Hart (O coração verde), a área inclui os lagos de Westeinds, Kaag, Graassem e Nieuwkoop, e ainda as cidades de Leiden e e Alpjen aan de Rijn. Além de uma grande variedade de esportes náuticos,  a região ainda oferece muita natureza, história, ótimas rotas de bicicleta e caminhadas, pescaria e muitas outras formas de lazer.

 

Se você é daqueles que gosta de explorar o que os locais fazem, fugindo de rotas tradicionalmente turísticas, essa pode ser uma boa região para explorar. Este é um dos lugares para onde holandeses e alguns turistas de países vizinhos vão nos raros dias ensolarados que acontecem por aqui. Partindo de Amsterdã, depois de pegar um trem e um ônibus, a aventura começará na vila de Warmond. De lá, você pode escolher entre um passeio de barco, bicicleta ou, por exemplo uma caminhada. Não importa o meio de transporte, tenha certeza de que você entrará numa autêntica cena holandesa, tão presente em muitas pinturas dos mestres, que provavelmente você verá nos museus em Amsterdã.

É possível alugar barcos a vela, bicicletas, e também explorar a região a pé. As vilas são interconectadas com balsas e barcos para pedrestes, ciclistas e, às vezes, até carros.  Passeios de barco podem ser contratados, por um preço médio de 10 euros e a duração de até 3 horas. E quanto a fome apertar, você pode optar em comer às margens dos lagos, em algum restaurante ou a bordo de algum barco. Existem diversos cafés e restaurantes com atraentes terraços, perfeitos para um jantar no final de um dia de verão.

Vai passar mais tempo na Holanda ? Esta pode ser uma boa opção para relaxar e conhecer um outro lado desse país minúsuculo, mas cheio de contrastes.

Serviço:

Como chegar em Warmond:

Da Estação Central em Amsterdã, pegue o Sneltrein, no sentido Den Haag (Haia) até a estação de trem Noordzijdelijk, na cidade de Leiden. De lá, pegue o ônibus número 50, sentido Haarlem. Mas atenção, conexões de ônibus e trens estão sujeitas à alterações. Sempre confira as rotas e horários nos balcões de informação.

Órgão oficial de Turismo de Warmond (Informe-se sobre aluguel de bicicletas, viagens de barcos, esportes naúticos e tudo mais o que for necessário)
VVV Warmond
Dorpsstraat 4A
2361 BB
Warmond
0900-22233

Mais informações: http://www.kagerplassen.info/ (site em holandês)

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[Turismo] Dica de B&B em Verona

Verona é famosa pela sua sofisticação e beleza, mas também é conhecida por ser uma cidade cara. Programamos umas férias curtas na Itália e Verona seria a nossa base. Procurávamos um hotel por 5 noites e depois de procurar muito e sempre encontrar preços altos e hotéis não condizentes, começamos a olhar os Bed & Breakfasts. Encontramos coisas interessantes e  decidimos ficar no B&B Panorama, com a simpaticíssima Rosella.

Quando chegamos, estranhei o edifício meio comercial, mas depois de ser recepcionada pelo sorriso de Luigi, as férias em Verona começaram. Ele nos levou diretamente à garagem, que ficava numa praça ao lado do edifício e muito gentil, nos ajudou com as malas. Chegando ao 7o andar, subimos mais uma escada e me deparei com um ambiente espaçoso e com jeito de apartamento recém-reformado.

Com um olho comprido, notei que uma porta ao lado da cozinha, levava ao prometido panorama. Um pequeno, mas perfeito terraço, no topo de Verona. Vista espetacular? Não chega a tanto, mas sob medida para dar aquela energia extra no começo da manhã e nos finais de noite.

Dois quartos e dois banheiros novíssimos completam o apartamento. Não são suítes, mas os banheiros são privativos e ficam em frente. Fiquei no quarto maior. Aliás, maior do que muitos quartos de hotéis que conheci. Armários de sobra para guardar as roupas, Tv e ar condicionado. Pontos para melhoria: os travesseiros e senti falta de um espelho dentro do quarto. Também é preciso ficar atento com o teto, que tem um nível mais baixo no lado esquerdo. Eles ainda dispõem de um terceiro quarto, mas fica no apartamento da família.

Toda manhã, encontrava na mesa os croissants feitos pela Rosella e uma mesa variada com geleias, queijo, frios e outros tipos de pão. Sem falar, que ela sempre se oferecia para fazer algo mais: ovos fritos ou mexidos, por exemplo. Levava um café e o laptop para a varanda e usando a conexão wifi gratuita, dava uma olhava rápida nos emails e notícias e pensava no programa do dia.

A cozinha, integrada com a sala, também estava sempre à nossa disposição. Podíamos usar a geladeira e fazer café a qualquer momento. Claro que estando na Itália, cozinhar não estava nos meus planos.

O B&B Panorama fica estrategicamente localizado no centro da cidade. A 10 minutos de distancia (a pé) da Piaza Bra, onde fica a famosa Arena de Verona. A caminhada até lá é agradável e é nessa Arena que acontecem shows e a concorrida temporada de ópera no verão.

Os donos são super solícitos e dão dicas, fornecem mapas e estão sempre dispostos a ajudar, mas existem algumas questões práticas e pontos que podem ser melhorados:

  • o pagamento é somente em dinheiro.
  • não me senti confortável com o fato dela ficar com os nossos passaportes. Preferível pagar adiantado.
  • a manutenção e limpeza do quarto podia ser mais regular.
  • o isolamento acústico também poderia ser melhorado.

Nossa, pareço uma velha reclamona, mas asseguro que nada disso atrapalhou as minhas férias e recomendo muito a alegre companhia de Rosella e Luigi.


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[Imagem do dia] Muiderslot. Um dos castelos mais visitados na Holanda.

O Muiderslot é um dos castelos mais visitados da Holanda.  Não só pela proximidade de Amsterdã, mas também pela importância histórica. Moradia de nobres e intelectuais, o lugar já foi palco de intrigas, assassinatos, festas e também uma prisão. O seu nome origina da sua localização: a entrada (boca) do rio Vecht. A charmosa vila que fica ao lado do castelo chama-se Muiden e muid significa boca em antigo alemão. Slot é uma palavra em holandês que, além de kasteel, também significa castelo. Mas o slot tem uma lago ao seu redor para proteção.

Entrada do Castelo

Floris V, um polêmico nobre e uma das mais importantes figuras na história da Holanda, foi quem iniciou a construção em 1280. Seu interesse era controlar o tráfego de barcos da entrada do Rio Vecht, lucrar com isso e ao mesmo tempo, infernizar a vida do Bispo de Utrecht.

Era amado pelos pobres e nutria uma perigosa simpatia pelos franceses. Já dá pra ver que o Conde era chegado a uma confusão. Não deu outra: foi preso em seu próprio castelo e morreu assassinado numa tentativa de fuga. Após sua morte, o castelo foi destruído e reconstruído em 1370 pelo Duque Albrecht. Uma curiosidade arquitetônica são as torres em forma arredondada; uma novidade que o Conde trouxe da França.

Outro morador ilustre foi o escritor, poeta e nobre PC Hooft. Durante a visita, você pode conhecer o seu lugar de trabalho e o salão onde aconteciam várias festas e reuniões do Muidemkring (Círculo de Muiden), grupo de escritores, poetas, cientistas e intelectuais da época.

Sala de PC Hooft

O castelo foi restaurado e fielmente redecorado à época em que PC Hooft lá viveu (1609 – 1647). As visitas são sempre acompanhadas de um cuidadoso guia que a todo momento alerta para que não toquemos nos móveis. Os guias falam em holandês, mas também podem improvisar no inglês. Visitas exclusivamente em inglês devem ser agendadas com antecedência.

Enquanto esperei pelo início do tour, que acontece de meia em meia hora, me distraí com a apresentação de falcões, corujas e outras aves. Não é nada de especial, mas a atividade – mais indicada para o público infantil – cumpriu bem o papel de matar o tempo.

Show com Falcões, Corujas e outras aves

O lugar também reserva outras atividades para crianças e a rota de uma das torres é especialmente dedicada aos pimpolhos. Alguns videogames estão estrategicamente posicionados e os pequenos podem vestir roupas da época e se aventurarem no mundo medieval.

Depois da visita ao castelo, você pode fazer um tour de barco à ilha de Pampus, uma das 42 fortalezas que no século XIX foram construídas para defender Amsterdã. Ainda não foi dessa vez que fui lá, mas prometo que quando for, vou contar tudinho.

Assista aqui um vídeo sobre a história do Muiderslot.

Serviço:

Ingresso: € 11,00, adulto e € 6,25 ( preços válidos para o ano de 2010)

Grátis para quem tem Museumkaart.

Horário:

De 1o abril a 31 de outubro: 2a a 6a : 10.00 às 17.00h (caixa aberto até às 16.00h)
Sábado, Domingo e feriados: 12.00 até18.00h (caixa aberto até 17:00h)

Nos outros meses, apenas nos finais de semana.


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[Turismo] A Casa de Anne Frank. Onde mora a emoção.

Demorei pra ir lá. Sempre passava e tinha uma fila imensa. E assim passaram-se quase dois anos. Mas valeu a pena esperar para entrar na famosa casa onde se escondeu Anne Frank durante a 2a Guerra Mundial. Depois de visitar os mais importantes museus da Holanda, ver os grandes mestres e as majestosas edificações, cheguei a um museu onde a grande obra-prima é a emoção.

Conhecida internacionalmente, a Casa de Anne Frank se situa do bairro Jordaan, num charmoso canal, o Prinsengracht. O imóvel datado de 1635 recebe cerca de 900.000 visitantes por ano. Todos em busca de vivenciar a angústia e, ao mesmo tempo, sentir a vivacidade de uma menina que viveu durante quase dois anos em um sótão e, que depois da sua morte, contou ao mundo a sua história. Este é um museu em que a ausência é mais presente do que tudo. Também não é preciso pedir silêncio. O respeito é imperativo.

Ainda existem alguns móveis da época, mas vídeos e outras formas audiovisuais narram a história e compõem o cenário. É impossível ficar indiferente. A idéia inicial era a reconstrução total da casa, criando assim, o mesmo ambiente do passado. Otto Frank, pai de Anne, se recusou. O que ele queria era que as pessoas vissem e sentissem o que restou da casa após a invasão nazista. E conseguiu.

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[Imagem do dia] Giardino Giusti. Belo refúgio no centro de Verona

Uma das belas surpresas de Verona foi o Giardino Giusti ou o Jardim de Giusti. Um oásis de natureza, arte e história na cidade de Romeu e Julieta. Depois de andar e andar pelas praças e ruas repletas de monumentos, museus, casarões e igrejas, mergulhar no verde do Giardino Giusti faz um belo contraste entre a borbulhante cidade e o silêncio revigorante.

Este é um clássico jardim criado no século XV. A entrada com um caminho ladeado de ciprestes já dá uma atmosfera imponente ao local. Seguindo a estrada, olhando para o alto, verá uma máscara. Olhando com mais atenção verá que se trata de uma balaustrada. Um mirante de onde se tem uma bela vista da Verona ou o Belvedere. Para chegar lá, basta seguir pelo jardim e subir a minitorre, que dentro tem uma escada em espiral. Um detalhe curioso é que essa máscara (mascherone) foi criada para lançar línguas de fogo da sua boca. Pena que quando cheguei lá, o acesso à balaustrada estava fechado, em restauração

Hoje, o jardim tem a mesma estrutura de 1570, deixada por Agostino Giusti, Cavaleiro da Républica Veneziana que servia ao Duque da Toscana. Imaginem que  este espaço foi criado para ser o “quintal” do Palácio Giusti e foi visitado pelas mais ilustres figuras da história, incluindo  Goethe e Mozart.

Fontes, estátuas  mitológicas e um dos mais antigos labirintos da Europa fazem deste um recanto perfeito para uma pausa durante a visita à cidade.

Como chegar lá:Andando pelo centro, seguindo pela via Anfiteatro, atrás da Arena, passando pela Ponte Nuovo e siga pela via Ca rducci. É uma boa caminhada, mas andar nas cidades antigas, sempre é um prazer. Se preferir ir de ônibus, pegue o no 72 – “polllicino”  e salte na Carducci.

Horário de abertura: Todos os dias de 01/04 a 30/09, de 9:00h até 20:ooh.

Preço: 6 euros

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