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Casa de Anne Frank. Onde a emoção mora em Amsterdam

by Bailandesa novembro 13, 2019
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Esse post contém alguns links afiliados que ajudam a manter o Bailandesa. Leia mais no final do texto 

A Casa de Anne Frank fica bem no centro de Amsterdam, num dos meus bairros preferidos, o Jordaan. Mas esse é um museu bem diferente porque aqui  a grande obraprima não são pinturas, ou obras de arte – mas sim é a emoção.

O que você precisa saber antes de visitar a Casa de Anne Frank em Amsterdam

  • Evite filas comprando o ingresso online e confira os preços
  • Não é permitido fotografar,  filmar, fumar, usar celulares,  carregar grandes mochilas e carrinhos de bebê
  • O local não é acessível para pessoas com problemas de locomoção. A escada até o sótão é mínima e muito íngreme, mas existem folders especiais para deficientes visuais e auditivos.
  • Aqui você vê o esconderijo de Anne Frank em 3d
  • Aceita o Museumkaart

 

Quem foi Anne Frank?

Anne Frank, ao contrário do que muita gente pensa,  não era holandesa mas sim alemã. Ela nasceu numa família judia em Frankfurt em 1929. Com a crescente onda de antisemitismo e uma economia em crise, a família se muda para Amsterdam, onde Anne se sente em casa

Anne Frank viveu dois anos num esconderijo num anexo da casa em Amsterdam – (c) WikipediaA Alemanha invade a Holanda em 1940 e consequentemente, a família tem que buscar outro refúgio. Dessa vez, um esconderijo num anexo da casa, onde hoje é o museu.
Anne frank foi deportada para um campo de concentração em 1944, mas durante os dois anos em que viveu no esconderijo escreveu um diário que virou um bestseller em todo o mundo.

O Museu da Casa de Anne Frank 

A Casa de Anne Frank fica no bairro Jordaan, num dos mais charmosos canais de Amsterdam, o Prinsengracht. A casa é datada de 1635, mas não espere um casarão típico holandês. O prédio, que recebe cerca de 900.000 visitantes por ano, foi reformado e tem, hoje, uma fachada moderna.
Casa de Anne Frank - Amsterdam - Holanda © Luiz Gadelha Jr.
Todos que visitam o museu, na verdade, buscam vivenciar a angústia e, ao mesmo tempo, sentir a vivacidade de uma menina que viveu durante quase dois anos em um sótão num anexo da casa e, que depois da sua morte, contou ao mundo a sua história. Este é um museu em que a ausência é mais presente do que tudo. Também não é preciso pedir silêncio porque o respeito é imperativo.

Um cenário composto pela ausência

Ainda existem alguns móveis da época, mas, certamente, são vídeos e outras formas audiovisuais  que narram a história e, dão contexto e compõem o cenário. É impossível ficar indiferente. A idéia inicial era a reconstrução total da casa, criando assim, o mesmo ambiente do passado. Otto Frank, pai de Anne, se recusou. O que ele queria era que as pessoas vissem e sentissem o que restou da casa após a invasão nazista. E conseguiu.

O esconderijo de Anne Frank

Até agosto de 1944, quando foram traídos e entregues à Gestapo, duas famílias viviam em total silêncio, sem o direito de um simples abrir de janelas. O acesso ao sótão ou anexo, se dá através de uma estante de livros.  Lá se encontra até hoje parte do universo em que por dois anos viveu a criativa e sagaz menina que, sob o constante medo, colava retratos em preto e branco na paredes e escrevia cartas e histórias para amigos imaginários.
Casa de Anne Frank - Amsterdam - Holanda © n8 museumnacht
Depois de subir a íngreme escada e entrar no espaço em que essas famílias viveram, é impossível não se impressionar. Como não se emocionar ao ver as marcas na feitas pelo pai de Anne na parede para medir o crescimento das crianças.? Não dá pra imaginar crianças sendo criadas sem a liberdade de correr, falar alto, gargalhar. Enfim, de serem crianças.

 

O diário. O pai vê a guerra pelos olhos da filha

Ironicamente, Anne Frank morreu no campo de concentração Bergen-Belsen duas semanas antes de ser libertada.  Como Otto Frank foi o único sobrevivente da família, depois da guerra publicou o diário da filha. Assim, contou ao mundo os horrores da guerra, através dos olhos da sua filha. O diário foi um sucesso. A partir daí, foi traduzido em mais de 60 línguas e vendeu mais de 25 milhões de cópias

 Explore o bairro do Jordaan

Já que já está numa área legal de Amsterdam,  reserve para visitar a Casa de Anne Frank, aproveite para passear pelo charmoso bairro do Jordaan. Uma dica é tomar um café no t’Smalle. Se quiser evitar filas, visite no final do dia ou à noite. Já que em julho e agosto, o museu fica aberto até às 10 da noite.

Outras atrações próximas:

  1. Begijnhof: O jardim das Beguinas – 743 metros de distância
  2. Westerkerk : fica apenas cerca de 100 m de distância
  3. Praça do Dam: on de fica o Palácio do Dam. 640 metros de distâcia
  4. Museu histórico de Amsterdam: fica a 714 metros de distância

Como chegar:

Da estação Central : Trams ( bonde) 13 ou 17 ou ônibus 21, 170, 171 or 172. Salte no ponto ‘Westermarkt’.
Endereço: Prinsengracht, 267 Amsterdam  – Tel: 31 (0)20 5567105
Imagens:
holocaustresearchproject.org (Anne Frank)
Prédio e fila: Luiz Gadelha Jr. – Flickr
Vistantes: n8 amsterdam museumnacht –

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Anne FrankHolandaMuseu em Amsterdamprograma em Amsterdam
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Depois de morar 12 anos no Rio, uma baiana atravessou o Oceano Atlântico não a nado, mas por amor. Assim, em 2006, nasceu a Bailandesa e o blog que há mais de 10 anos é referência de vida e dicas da Holanda.

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11 comments

monica maio 15, 2010 - 11:56 pm

Oi Clarissa! linda tua descrução da Casa de Anne Frank, emociona…
obrigada por me visitar, tu vais adorar a exposição, é linda! mas tem tantas coisas pra ver que um dia só é pouco,
beijão e bom findi!

Reply
monica maio 16, 2010 - 12:32 am

sorry, “descrição” no comentário acima

Reply
Eduardo Siqueira janeiro 12, 2011 - 5:33 pm

Clarissa, a casa aceita o Museumkaart sim. Veja o que eles me responderam.
Dear Eduardo,
Thank you for your interest in the Anne Frank House. We do accept the Museumkaart in the museum. With the Museumkaart you do, however, still have to wait in line.
Kind regards,
Sanne Kalshoven
Museumsecretariaat – Museum secretariat

Reply
Bailandesa janeiro 12, 2011 - 10:01 pm

Oi Eduardo, obrigada por me lembrar de atualizar o post. Na época em que o escrevi ainda não aceitava.
POr coincidência, irei na Casa de Anne Frank neste mês para um toue especial para portadores do MUseumkaart.
Valeu!
Clarissa

Reply
Anônimo julho 5, 2011 - 2:41 pm

Cara,como me arrependo de ter ido á Amsterdam e só ter passado em frente a esse lugar e á casa de Van Gogh.Sabe como é,tem muita coisa que te distrai pelo caminho….

Reply
Bailandesa julho 17, 2011 - 10:09 pm

É sempre bom termos razões para voltar!

Reply
cristiana miranda outubro 31, 2013 - 3:30 pm

Cla linda a sua definição, como te falei para mim foi uma visita extremamente emocionante, li o livro durante minha adolescência e naquela época já havia me emocionado muito com a estória e os detalhes da narração. Conhecer aquela casa vazia espremida e tão marcada pela energia daquela época foi algo indescritível! Realmente a decisão de Otto ter mantido a casa vazia depois de tudo ter sido levado pelos nazistas foi incrível! Museu de Anne Frank realmente é imperdível:)

Reply
Eliana abril 10, 2014 - 3:08 pm

Deve ser algo, realmente, emocionante! O Diário de Anne Frank foi um livro que ficou “entranhado” em mim, me emocionou muito. Espero, um dia, poder visitar o museu. Bjs!
Eliana.

Reply
Bailandesa abril 12, 2014 - 10:01 am

Vale muito à pena Eliana! Espero que você venha em breve.
Obrigada pela vista e volte sempre.

Reply
Mayra julho 15, 2015 - 4:15 pm

Um passeio emocionante que tive que fazer sozinha… Mas valeu a pena. Andar por essa casa completamente calada te dá um sufuco tão grande que você vivencia minimamente o que Anne viveu.
Fui sem ter lido o livro, apenas sabendo o básico, comprei o livro no próprio museu (fiz questão) e agora que já li, quero ir de novo.

Reply
Bailandesa julho 23, 2015 - 10:07 pm

Oi Mayra,
É realmente emocionante. Sempre recomendo a todos que passam por aqui pela Holanda.
Obrigada pelo seu comentário.
Volte mais vezes.

Reply

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